09 dezembro, 2008

"This Is How It Goes Down"


I hear my name,
I hear the trash you're talking,
In your sleep, the secrets that you're keeping,
A chick, this smart
Did you really think you could keep her in the dark?

Does she purr?
Does she make it hard
Hard to speak?
Does she dress the part?
I'm sure she'll take some getting used to,
Brother she will never be me

Feel the burn, take a spin,
Suck the poison out of me,
I'll make your beg, I'll make your come,
To your senses if you keep,
Up the shit, take the hit,
This is how it goes down,
This is how it goes down
Gonna run, gonna scream,
Gonna crawl down on your knees,
When you realize that no one's gonna measure up to me,
Doesn't matter cause I'm over it now,
This is how it goes down,
This is how it goes down,

I'm gonna rage,
Stay out really late,
Gonna hang, with all my friends you hate,
I may try that three-some,
Better late than never,
And better without you,

This is your future as I see it,
You will be homeless, bald and broken,
She will have left you when she finds out who you are,
You're nothing but an extra, and baby I'm the star,

[Chorus 1x]

[Rap:]
Suppose this is how the story goes but ever since that door closed,
I've been going down (down), the dream, in the pink got me nausious,
I should've grown more cautious, and clever, whatever
you never find a dude with better head game and,
You can take that both ways,
You laughing like I'm playing with your fingers up like OJ,
Missy you would have a three-some without me,
I'll pull an OJ, and text you some incriminating pictures from my old days,

[Chorus 1x]

Somebody done lied to you
Because you're not such a big shot dude,
You might wanna rethink it through,
You should've asked me I would've told you the truth.
Pink

12 junho, 2008

O sol passeia-se por entre as nuvens pretas, ora é de dia, ora parece noite.

As sombras brincam às escondidas.

O ar perfurmado parece dançar.

Eu vejo os olhos e deixo-me levar....

Perdida, envolvida, absorvida pela pura e ingénua natureza....

30 maio, 2008

One Week of Danger

We’re best friends
We hold hands

We’re in love
you’re my man

Darling no

That’s not me

I’m a ghost

In the sheets


Well is there something that you like about her?


Yes

I like the way that her body bends in half

And is there something that you love about her?


No

There ain’t a woman in this world I won’t let go

Come on baby
We get along

Please don’t you spoil it

Don’t steer us wrong

Lets get together

And get it on

Lets get those clothes off
Before I’m gone

You talk about like you own me baby

That’s not fair
I told you that I had somebody else
You did not care

And now you’re talking on the telephone

You’re tellin’ all of your friends

We love each other (x8)


Well is there something that you wanted from her?


Yes


I want her legs, her body, and her cash


And is there something that you needed from her?


No
And if she’s playing hard to get I’m out the door

Oh no baby

Don’t say it’s true

Please say you love

Like I love you


Come on baby

We get along

One week of danger
‘s not very long
Let’s get those clothes off

Before I’m gone


You talk about like you own me baby

That’s not fair I told you that I had somebody else
You did not care
And now you want to make me out to be some kind of square

And now you’re talking on the telephone

You’re tellin’ all of your friend
s

We love each other (x8)
We love each other (x9)

The virgins

Podem ouvir esta musica em : http://www.youtube.com/watch?v=6T7xbYOM8Ts

03 março, 2008


SLOW DANCE

Have you ever watched kids on a merry-go-round?

Or listened to the rain slapping on the ground?

Ever followed a butterfly's erratic flight?

Or gazed at the sun into the fading night?

You better slow down. Don't dance so fast.

Time is short. The music won't last.

Do you run through each day on the fly?

When you ask How are you? Do you hear the reply?

When the day is done do you lie in your bed

With the next hundred chores running through your head?


You'd better slow down. Don't dance so fast.

Time is short. The music won't last.

Ever told your child, we'll do it tomorrow?

And in your haste, not see his sorrow?

Ever lost touch, let a good friendship die

Cause you never had time to call and say,"Hi"


You'd better slow down. Don't dance so fast.

Time is short. The music won't last.

When you run so fast to get somewhere

You miss half the fun of getting there.

When you worry and hurry through your day,

It is like an unopened gift......Thrown away.


Life is not a race. Do take it slower

Hear the music before the song is over.



Um daqueles emails que não podemos deixar de mostrar ao mundo!

07 janeiro, 2008

como manter e mostrar um certo nivel de insanidade

1. Na sua hora de almoço, sente-se no seu carro estacionado, ponha os óculos escuros e aponte um secador de cabelos para os carros que passam. Veja se eles diminuem a velocidade.•

2. Sempre que alguém lhe pedir para fazer alguma coisa, pergunte se quer batatas fritas a acompanhar

3. Encoraje os seus colegas de gabinete a fazerem uma dança de cadeiras sincronizada consigo.

4. Coloque o seu recipiente do lixo sobre a mesa de trabalho e escreva nele, "Entrada de Documentos" .

5. Desenvolva um estranho medo aos agrafadores.

6. Ponha café descafeinado na máquina de café, durante três semanas. Quando todos tiverem perdido o vício da cafeína, mude para café expresso.

7. No verso de todos os seus cheques, escreva, "referente a suborno" .

8. Sempre que alguém lhe disser alguma coisa, responda, " isso é o que tu pensas " .

9. Termine todas as suas frases com, " de acordo com a profecia" .

10. Ajuste o brilho do seu monitor para o nível máximo, de forma a iluminar toda a área de trabalho. Insista com os outros de que gosta assim.

11. Não use pontuação nos seus textos.

12. Sempre que possível, salte em vez de andar.

13. Pergunte às pessoas de que sexos são. Ria, histericamente, depois dela responderem.

14. Quando for à Ópera, cante com os actores.•

15. Vá a um recital de poesia e pergunte por que é que os poemas não rimam.

16. Descubra onde o seu chefe faz compras e compre exactamente as mesmas roupas. Use-as um dia depois do seu chefe as usar. Tem, ainda, mais impacto, se o seu chefe for do sexo oposto.

17. Mande E-mail's para o resto da empresa, dizendo o que está a fazer, em cada momento. Por exemplo: "Se precisarem de mim, estou na casa de banho".

18. Coloque um mosquiteiro à volta da sua secretária e ponha um CD com sons da floresta, durante o dia inteiro.

19. Quando sair dinheiro da caixa Multibanco, grite.

20. Ao sair do jardim zoológico, corra na direcção do parque de estacionamento, gritando, "Salve-se quem puder! Eles estão soltos!"

21. À hora do jantar, anuncie aos seus filhos: "devido à nossa situação económica, teremos de mandar embora um de vós" .

22. Todas as vezes que vir uma vassoura, grite, "Amor, a tua mãe chegou!" A seguir, a última forma de manter um nível saudável de insanidade... e concretizar o s seus o bjectivos:

23. Mande este texto para todos os seus amigos, MESMO que eles já lhe tenham pedido para não lhes mandar mais merdas...


Mais um email que nos traz um sorriso Hehe- Toca a aplicar

08 novembro, 2007

Por falta da maldita inspiração que me transforma noutra pessoa e me faz escrever vou postando aqui poemas ou letras ou textos de outros até que um dia, espero eu, a inspiraçao volte.Espero que gostem. ;)

In Memoriam



"Requiem aeternam dona eis,
Domine, et lux perpetua
luceat eis.


"Que a terra lhe seja pesada.
Que lhe apodreça o corpo e os olhos fiquem vivos,
Se lhe soltem os dentes e a fome fique intacta
E a alma, se a tiver, que lha fustigue o vento
E arrase com ela a memória gravada
Na lembrança demente dos que o choram.


Que a mulher que foi dele oiça o vento na noite,
Cheio de ossos e uivos
E garfos aguçados
E que reparta o medo com o primeiro intruso
E o vento se insinue pelas portas fechadas
E rasteje no quarto
E suba pela cama
E lhe entre no olhar como estiletes de aço,
Lhe penetre os ouvidos como agulhas de som,
Lhe emaranhe os cabelos como um nó de soluços,
Lhe desfigure o rosto como um ácido em chama.

Que a mulher que foi dele oiça o vento na noite,
Que a mulher que foi dele oiça o vento na cama!


Que o nome que era o seu o persigam os ecos,
O gritem no deserto as gargantas com sede,
O murmurem no escuro os mendigos com frio,
O clamem na cidade as crianças com fome,
O soluce o amante de súbito impotente,
O maldigam no exílio as almas sem descanso.


Que o nome que era o seu seja a bandeira negra,
A pálpebra doente,
O vómito de sangue.


Que o gesto que era o seu o imitem as mães
Que se torcem de dor quando abortam nas trevas,
O desenhem a lume os braços amputados,
O perpetue o esgar dos jovens mutilados,
O dance o condenado que morre na fogueira.
Que o gesto que era o seu seja o punhal do louco,
A arma do ladrão,
A marca do vencido.


Que o sangue que era o seu o farejem os cães
Nas veias de seus filhos.
Que o sangue que era o seu se lhes veja nas mãos,
E lhes aperte os pulsos como algemas de lodo,
Lhes carregue o olhar como um sopro de infâmia,
Lhe assinale a testa como um escarro de fogo,
Lhes atormente os passos como um peso de lama.


Que o sangue que era o seu seja o rictus da tara,
A máscara de sal,
A vingança do pobre.
E que o Exterminador, no seu trono de enxofre,
o faça tilintar os guizos da tortura
Até que o mundo o esqueça
E mais ninguém o chore.

Ary dos Santos
Poema incluído nos livros A Liturgia do Sangue (1963), Vinte Anos de Poesia (1983) e Obra Poética (1994).
JACM.net

23 novembro, 2006

Anónimo


Aguarda a chegada das estrelas, pacientemente. Não fala mais do que é preciso. Observa com cuidado as cores amenas e doces do pôr-do-sol. Um raio de sol acaricia-lh a face. Obrigado. E só ele sabe porquê. A lua aparece por entre as mudanças das cores. A lua deslumbra. Fascina. Os olhos dele brilham pela fascinação. Ha alguém ao seu lado. Ele lembra-se disso e vai lá aconchegá-la com os seus mimos. Aquecê-la com o seu toque, pois agora, a noite traz o frio. Ela vagueia nas ruas do seu pensamento. Aprecia aquele calor. Para ela é algo de novo, confuso, confortável, constrangedor. Nunca ninguém lhe ensinara a misturar sentimentos a misturar sentimentos.
Há um sentimento que os rodeia. Mas não se pode dizer, não se pode tocar. Chiu!! É privado. Mas eles não estão sozinhos. As ondas do mar batem com a força da vontade deles. O vento sobra coma doçura do bater dos seus corações. As estrelas cintilam ao desejo deles. Eles dormem. Não precisam da vida para sentir, não precisam da luz para brilhar, não precisam de nada para estar juntos.
Os sonhos deles dançam. Rodopiam sobre si mesmos. É uma complicação com pretos e brancos. É abstracto. É deles. E não há ninguém que lhes possa tirar o preto e o branco. Os braçoes e os beijos. A gravata e o vestido da dança deles. Só deles!
Mergulham no escuro do imaginário, no profundo do nada que os consome, que os tem, que lhes dá tudo o que eles têm. Não que eles precisem ou queiram. Eles sabem aceitar as ofertas e ficar contentes em não pedir mais. Sabem gritar quando a garganta pede, sabem gemer quando a mente e corpo pedem. Sabem a dança deles. Sabem parar. Sabem mentir, sabem a dança deles. Sabem parar. Sabem mentir, sabem enganar, sabem confiar, sabem provocar. Envolvem-se nos seus próprios saberes. Tocam música, tocam aquele instrumento fascinante... a alma.
Só no fim se juntam. Se abraçam, se amam. Não! Não é assim! É mais fundo.
Só no fim se juntam. Se devoram, se consomem. Não! Não é assim. É mais doce.
Só no fim se juntam. Se absorvem, se abrangem, se estimam, tanto ele como ela. Não! Não é assim. É deles. É privado. É romântico. Tem estrelas, tem céu, tem mar, tem areia, tem luzes, tem escuro, tem pessoas, tem vazio, tem respirações, tem batimentos, tem pulsares, têm um e o outro. Não tem mais ninguém. Não há mais ninguém. Nem precisa haver.
Ele abre os olhos. Tem-na! Conhece-a como nunca conhecera antes, aprecia o seu corpo exausto. A alma fatiga-lhe o corpo. Ela é frágil, mas ali... é dona de algo sem o ser, é mãe sem filho, é vida sendo só uma mísera pessoa. Ele é adulto. Ali não passa de uma criança, que está ali só para de deixar levar. Está ali para ela e com ela. Está ali até as cores do sol nascerem.
Ela desperta do seu sono. É feliz. Está calma. Aconchegada. Vê que ele a admira com a beleza dos seus olhos verdes. Ela aproveita e observa-o também. Não há sentimento que descreva a imensidade daquele carinho que ela sente por ele. Do algo que ela tem. É absurdo. Ela sabe disso. Que mais haveria ela de saber? O resto não interessa. Porque haveria de interessar? Ali no meio da noite, da praia, dos sentimentos ela questiona-se o que faria sem aquele calor. Ela sobreviveria! Então esses pensamentos afastam-se dela com o beijo doce que ele lhe dá.
Eles abraçam-se retiros de angústia, de fantasia, de loucura. Juntos, estão a fazer o que está correcto. Veêm o mundo por outros olhso. Algures no meio daquele turbilhão de relações existe uma vazio. Os cheiros e os sabores misturam-se. É doce, é amargo. Não interessa. É bom. Delicioso e muito mais. O mundo exterior não tem qualquer contactp cpm eles, pois eles não deixam. Os sentidos são diferentes, forçados e de livre vontade. O seu próprio mundo parece mais engraçado. Aos zigues zagues e às voltas. O passado não dura muito naquele presente de fantasia......